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15/10/2020 às 20:00

[Cineteatro São Luiz][SEMANA DO AUDIOVISUAL CEARENSE] Dona Ciça do Barro Cru – Jefferson de Albuquerque Jr

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15/10 (quinta)

VIRTUAL

20h [SEMANA DO AUDIOVISUAL CEARENSE] Dona Ciça do Barro Cru – Jefferson de Albuquerque Jr

➜ Onde: no site do Cineteatro https://www.cineteatrosaoluiz.com.br/semana-do-audiovisual-cearense e em seu canal no YouTube https://www.youtube.com/c/CineteatroSãoLuizFortaleza

● Curta-Metragem | Documentário | Brasil | 1979 | 10’09” | Prêmio FUNARTE 1980 | PRÊMIO CONCINE 1982

● Direção, argumento e roteiro: Jefferson de Albuquerque Jr | Direção de fotografia: Hermano  Penna | Assistência de fotografia: Armando Lacerda | Som direto: Jimmy | Produção: Jefferson Albuquerque Jr. | Direção de produção: Gouveia, Carlos Augusto | Produção executiva: Sérgio Rezende | Assistência de produção: Antonio José Albuquerque | Companhia produtora: Morena Filmes | Distribuição: Companhia(s) distribuidora(s): Embrafilme – Empresa Brasileira de Filmes S.A.

● Sinopse: No Vale do Cariri, região mística e fértil do Sul do Ceará, mora Dona Ciça, uma artista popular, ceramista, com uma grande peculiaridade: não leva ao forno a sua cerâmica. Na sua arte representa todos os folguedos populares da região, os tipos característicos e as principais atividades da população. Suas cores são vivas e únicas, as tintas são fabricadas por ela, usando corantes, cola e cachaça (que diz tirar o mau cheiro das tintas). Dona Ciça não só pinta suas peças como faz aplicações com penas, palitos, mola de arame (para o pescoço dos capotes), contas a fio de algodão. O mais interessante em Dona Ciça é o relacionamento dela com os bonecos de barro. Todo ano faz um grande casal de noivos apaixonados acompanhado do padre, testemunhas, garota da salva e realiza uma festa de casamento, regada a galinha e vinho de jurubeba. Faz a representação convidando algumas pessoas para falarem pelos bonecos, que carinhosamente chama de “meus filhos”. Tanto estes, como outros de maior porte ela não vende, pode chegar a dar de presente a alguma pessoa que lhe agrade. Todos os sábados e segundas-feiras, Dona Ciça coloca suas peças dentro de um balaio e se encaminha às feiras de Barganha e Crato. Atualmente as vendas nas feiras são mínimas, as crianças já não usam tanto seus bonecos para brincar, seus maiores compradores são os turistas e as pessoas que vão ao Cariri pesquisar sobre arte popular ou misticismo religioso, tudo que gira em torno da figura de Padre Cícero. O filme retrata o cotidiano de Dona Ciça, o seu relacionamento com o meio em que vive, os personagens da região. A sua alegria e sua tristeza.

PRESENCIAL 

13h45 [CINEMA] Sons do Ceará

Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: Livre

Artista: DMUV | Música: Controle remoto 

Artista: Cães de Caça | Música: Clichê 

14h [CINEMA] Sessão Polytheama 

16h15 [CINEMA] Sons do Ceará

Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: Livre

Artista: Síntese | Música: O Amor

Artista: Sulamericana | Música: Lado Bom 

16h30 [CINEMA] ESTREIA NACIONAL – Abraço

Entrada: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada) | Classificação Indicativa: 10 anos

Direção: DF Fiuza | Drama | Brasil | 2020 | 1h33 | Português

Sinopse: Drama ficional, baseado em uma história real. Professores lutam por seus direitos trabalhistas. Juntos, eles estabelecem um confronto contra o Governo do Estado de Sergipe para garantir que suas conquistas já alcançadas não sejam perdidas. Em uma longa viagem para Aracaju, o grupo de professores tenta convencer os membros do Tribunal de Justiça a não cortarem os cargos dos docentes. Em meio a toda essa movimentação, Ana Rosa (Giuliana Maria) representa as dificuldades enfrentadas por uma mãe, casada com um homem que não a compreende, além de ter a reprovação também vinda de sua mãe, que se mostra uma pessoa machista e retrógrada.